Bacalhau à Minhota

 #dia241 de 365 Metas



Sextou com temperaturas amenas e o coração ainda preso ao último dia de férias. Antes que o relógio volte a ditar rotinas e o tempo livre se dissolva no regresso ao trabalho, deixei-me guiar pela memória e fui para a cozinha dar corpo a uma saudade antiga: o Bacalhau à Minhota. ☺️👩‍🍳

Desde que iniciei esta minha travessia de guerra ao glúten, não o voltara a provar, pois o panado tradicional é um convite à contaminação.😪



 Hoje decidi recriar, com simplicidade e saúde, uma versão apta a celíacos e também a diabéticos. O sabor não se perde, a textura mantém-se, e a densidade nutricional só ganha.🤗😜



O Bacalhau à Minhota é mais do que um prato: é tradição minhota, vinda do Norte de Portugal, generosa, reconfortante e plena de alma. É receita de festa e mesa cheia, onde o bacalhau frito encontra-se com batatas douradas ou, para quem prefere leveza, com rodelas de chuchu crocantes, sempre coroado pela cebolada lenta em azeite, com o perfume do louro e, se houver gosto, o doce do pimento vermelho.🐟🧅🫑



✨ Receita de Bacalhau à Minhota (6 pessoas)


Ingredientes


• 6 postas de bacalhau demolhado

• 1 kg de batatas ou chuchu (para a versão low carb)

• 3 cebolas grandes

• 2 dentes de alho

• 1 folha de louro

•  pimento vermelho (opcional)

• Farinha de arroz ou de coco  para low carb (para panar)

• Azeite virgem  extra  abundante

• Salsa ou coentros frescos picados q.b.

• Sal marinho, pimenta preta moída e pimentão doce q.b.


Preparação



• Corta as batatas (ou o chuchu) em rodelas finas e frita-as em azeite até ficarem douradas. Reserva.






• Passa as postas de bacalhau por farinha e frita-as em azeite até a pele estalar e o interior se manter suculento. Reserva.








• No mesmo azeite, refoga as cebolas em meias-luas, o alho laminado e a folha de louro. Tempera com sal, pimenta preta e pimentão doce. Deixa caramelizar devagar, até ficarem douradas e macias. Se gostares, junta tiras de pimento vermelho.






• Num prato grande, dispõe as batatas (ou o chuchu), por cima o bacalhau e, a coroar, a cebolada perfumada.

• Finaliza com salsa fresca e, se o coração pedir, um fio de azeite cru.



O resultado é pura poesia à mesa: o salgado do bacalhau abraça a doçura da cebola, a rusticidade das batatas ou a leveza do chuchu, e o molho pede cumplicidade de pão ou de colher.🐟🧅🫑

Na minha refeição de hoje, o prato ganhou ainda a frescura de uma salada de alface, tomate cherry, pepino, aipo, rabanetes e meio abacate.🥗🥑



 E como sou do time que acredita que “peixe não puxa carroça”, acrescentei dois ovos, que trouxeram mais proteína, saciedade e força ao meu jejum quebrado.🥚🥚

Um prato minhoto em corpo de tradição, mas com alma renovada para a saúde — prova de que comer bem pode ser também comer com história, com sabor e com verdade.😛😋😄





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