#dia233 de 365 Metas
#PastelariaSemGluten
Os cookies, pequenos biscoitos nascidos da tradição anglo-saxónica, trazem consigo uma história doce e uma textura que seduz: macios no coração e ligeiramente crocantes por fora, como se quisessem guardar um segredo no seu interior. 🍪
O nome vem do holandês koekje, “pequeno bolo”, e a palavra atravessou mares até se popularizar na América, onde ganhou lugar de culto. São feitos de uma massa simples, de farinha, manteiga, açúcar, ovos e fermento leve, mas sempre com espaço para mais encantos — pedaços de chocolate, frutos secos, especiarias, aveia.😉😜
Diferem das bolachas comuns porque não são totalmente secos nem frágeis, mas sim densos, amanteigados e gulosos, perfeitos para um lanche, um café partilhado ou para afagar a memória de uma tarde de infância.😋🤗
E se ao cookie juntarmos o fudge?😏🤔
Essa pequena maravilha inglesa, feita de açúcar e manteiga, firme mas cremosa, doce como caramelo e macia como uma promessa. 😜😇
Entre a intensidade do chocolate e a suavidade de um nougat, o fudge é pura tentação. 😋
Quando se encontram, cookie e fudge transformam-se em brutalidade de sabor, aromas e texturas: crocância por fora, maciez decadente por dentro. 😛
É como se cada dentada fosse uma celebração da gula, uma viagem perfumada que invade a cozinha enquanto assa, espalhando no ar um cheiro inebriante, quase impossível de resistir.🤪
Foi essa a escolha desta semana, para receber visitas a meio da tarde e reabastecer o pote de bolachas da casa, sempre cobiçado.😉
A Mini Cucas, assumida chocólatra, foi a primeira a render-se a esta fusão: cookies crocantes por fora, fudge amanteigado e denso por dentro, um pequeno paraíso de gulodice.👧🍫
Para quem precisa controlar açúcares ou está em perda de peso, há sempre a versão low carb; mas a receita original, rica em hidratos e amidos, é puro conforto e indulgência.👩🍳☺️
Receita das Cookies Fudge sem Glúten
• 100 g de farinha de arroz ou de aveia
• 100 g de amido de milho ou fécula de batata
• 100 g de polvilho doce ou azedo
• 50 g de açúcar de coco
• 2 colheres de sopa de fibra de psílio
• 1 colher de sopa de fermento
• 1 colher de sopa de canela em pó
• 200 g de manteiga sem aditivos ou óleo de coco
• 2 ovos
• 1 pitada de sal marinho
• 1 colher de chá de extrato de baunilha (usei do Celeiro)
• 100 g de chocolate 100%, em pedaços
(Versão low carb: substituir as farinhas por 300 g de farinha de amêndoa ou farelo de aveia, e o açúcar por xilitol, eritritol ou stevia.)
Numa taça, misturei todos os ingredientes, guardando o chocolate para o fim.
Quando a massa ficou homogénea, envolvi os pedaços negros e intensos, que prometeriam derreter-se no forno.
Usei colheres de sopa para porções dentro de formas de silicone — embora da próxima vez as experimente diretamente no tabuleiro, forrado de papel vegetal, para lhes dar mais liberdade.
Levei ao forno, 180 graus, apenas 8 a 10 minutos.
À saída estavam moles, frágeis, mas deixei-os arrefecer na forma.
Foi aí que revelaram a sua verdadeira natureza: crocantes por fora, macios e fudgy no interior.🥰😍
Um pequeno luxo caseiro, saudável na medida do possível, irresistível em todos os sentidos. 😜🤤
Uma festa de aromas e texturas, partilhada entre adultos e crianças, com a certeza de que pastelaria sem glúten não tem de ser um bicho de sete cabeças — basta amor, simplicidade e o prazer de transformar ingredientes em memórias doces.😃🍪🤗
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